O vice mundial da Perdigão, em 1987

Gol de Sérgio Sapo, faltando 40 segundos, tirou o título da equipe videirense


Em 1987, aconteceu no Rio de Janeiro a decisão do 2º Campeonato Mundial de Futebol de Salão, entre a Perdigão de Videira e o Bradesco, num jogo recheado de estrelas.

Pela Perdigão o time base era: Pança, Júlio César, Fabinho, Jackson e Ivan, enquanto que no Bradesco: Serginho, Raul, Paulo Eduardo, Jorginho e Carlos Alberto.

A Perdigão saiu na frente com gol de Fabinho, mas o Bradesco empatou através de Carlos Alberto e virou com Sérgio Sapo. Depois disso, um jogador de cada lado foi expulso, pela arbitragem da partida, ficando assim até o final do jogo (na época a regra era assim).

Faltando um minuto e quarenta segundos, Ricardo deixa tudo igual, resultado que garantia o título para Videira.

Fabinho, marcou o primeiro gol da Perdigão na final do Mundial
  • O cearense César Vieira foi o técnico da Perdigão no Mundial de 1987.

Porém um infortúnio do destino quis que o ala Sérgio Sapo, se transformasse no herói da noite (o vilão da Perdigão), marcando seu segundo gol na partida, restando apenas 40 segundos para o final do jogo, garantindo assim o bicampeonato mundial para o Bradesco.

Sem sombra de dúvidas, foi o maior trauma da vitoriosa equipe da Perdigão

Sérgio Sapo, o carrasco da Perdigão

Também participaram do torneio o Bepaliz (POR), Andes Talleres (Argentina), Peñarol (URU), Juventus (BOL) e Simon Bolívar (PAR).

Perdigão faturou a Taça Brasil de Futebol de Salão de 1987
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