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Atletiba histórico pelo que não aconteceu

Algumas questões pontuais que devem ser citadas. Atlético e Coritiba não aceitaram a proposta da Rede Paranaense de Comunicação (RPC), afiliada a Rede Globo no Paraná para transmissão dos seus jogos no Campeonato Estadual. Em 2016, a dupla recebeu aproximadamente 2,2 milhões e esperava um acréscimo, visto que, foi o que ocorreu nos principais Campeonatos Estaduais do Brasil.

Porém, para surpresa a emissora detentora apresentou proposta inferior a do ano anterior, foi o suficiente para que ambos não aceitassem, desta forma a Federação Paranaense de Futebol (FPF) vendeu o campeonato por 4 milhões, mas sem jogos da dupla Atletiba. No domingo data da partida entre as equipes, alicerçados em artigo da Lei Pelé, as equipes fariam a transmissão da partida através do canal Youtube, mas alegando o não credenciamento dos profissionais que desenvolveriam o trabalho, a FPF, cancelou o jogo.

O videirense Guinho esteve presente na “partida que não aconteceu”.

Claudir Morais (Guinho), estava em Curitiba e aproveitando o momento adquiriu ingresso para o maior clássico paranaense e assim como os demais torcedores presentes no estádio ficou frustrado pela não realização do jogo.

Diante disso o que me ocorre é que realmente foi uma falha lamentável da diretoria das equipes se não se ativeram ao credenciamento, fator básico para se estar dentro do estádio no exercício da função. Porém elogiável postura de ambos na luta por maior valorização, diga-se ainda, que ambos já venderam o direito das transmissões de seus jogos no Campeonato Brasileiro a partir de 2019 para o Esporte Interativo, do Grupo Turner. Agora no campeonato paranaense não se curvaram a primeira oferta e expuseram toda sua indignação através de atos, peitando a principal emissora do país e sua própria federação, em uma atitude sem precedente no país do futebol e que talvez venha a servir de exemplo para outros que se sentirem injustiçados. A rivalidade entre ambos vai continuar existindo, mas não há dúvidas que pelo menos por um dia, coxa e furacão torceram e lutaram pela causa, o direito de dizer não.

Coluna de Opinião de Marciel Tascheck

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